22 de junho de 2010

Palestra: Transposição do Rio Paraíba do Sul

(clique para ampliar)
13 de junho de 2010

Mapeamento para recuperação da Mata Atlântica é apresentado

(Foto: ICMBio)
Jacuaçu, uma das espécies da Mata Atlântica

Por Ministério da Ciência & Tecnologia - MCT

O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antônio Barreto de Castro, recebeu informações e publicações sobre o mapeamento de áreas potenciais para restauração florestal da Mata Atlântica. A apresentação foi feita nesta quinta-feira, dia 10, pelo professor Roberto Brandão Cavalcanti, do Departamento de Zoologia da Universidade de Brasília (UnB).


O material é resultado de ações e do trabalho de especialistas, organizações ambientalistas e centros de pesquisa envolvidos no Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. Trata-se de um movimento da sociedade aberto às instituições dispostas a apoiar ou a participar de esforços pela geração de resultados em restauração e em conservação da biodiversidade.

"O interessante é que o mapeamento foi feito em consenso com o setor privado, ONGs (organizações ambientais) e universidades. As empresas florestais estão mudando de patamar, elas querem se livrar dos problemas fundiários e ter a oportunidade de compensar as próprias emissões, fazer plantios em área nativas e alavancar recursos ao invés de apenas fazer promessas de recuperação", afirmou Brandão. De acordo com informações do movimento, hoje restam apenas 7% da Mata Atlântica em bom estado de conservação no país. Séculos atrás, a floresta se estendia por mais de 130 milhões de hectares ao longo da costa leste brasileira, abrangendo trechos do norte da Argentina e leste do Paraguai.

O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antônio Barreto de Castro, recebeu informações e publicações sobre o mapeamento de áreas potenciais para restauração florestal da Mata Atlântica. A apresentação foi feita nesta quinta-feira, dia 10, pelo professor Roberto Brandão Cavalcanti, do Departamento de Zoologia da Universidade de Brasília (UnB).

A possibilidade de ações conjuntas com o MCT deve ser discutida e analisada pelo departamento de Políticas e Programas Temáticos (DEPPT) da Seped, conforme informou a diretora Maria Sueli Soares Felipe. "É um projeto desafiador porque terá que ser pensado em grandes dimensões", disse. Na avaliação do secretário Barreto de Castro é preciso haver uma estratégia nacional competente nesta área "ou não vamos ter presença internacional nenhuma, porque o Brasil para ser referência precisa fazer projetos globais e importantes; e tem condições para isso: instituições, monitoramento por satélites, etc", enfatizou.

A Mata Atlântica é uma das cinco áreas mais importantes da Terra e a maior Reserva da Biosfera designada pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), representando uma das regiões prioritárias para conservação em âmbito mundial. Para outras informações sobre o movimento visite o site: www.pactomataatlantica.org.br.

Fonte: EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais

9 de junho de 2010

Blog Planeta Água - Docol Metais Sanitários


A Docol Metais Sanitários vem promovendo ações de cunho sustentável desde 1980. O Planeta Água é uma iniciativa da empresa para trabalhar e compartilhar os conceitos de educação ambiental talhados durante sua história.
A empresa quer estreitar o relacionamento com internautas brasileiros e elegeu a educação ambiental como foco das suas ações na web.

Criar um ponto de encontro para pessoas interessadas em compartilhar informações sobre educação ambiental, uso consciente da água e sustentabilidade. Este foi o ponto de partida da Docol - empresa nacional líder no segmento de metais sanitários - com sede em Joinville (SC), ao criar o blog Planeta Água. O novo projeto integra a estratégia de posicionamento corporativo da marca em mídias sociais.

"A criação de perfis da marca em mídias sociais coloca em prática um projeto idealizado há anos com o intuito de difundir nossos valores nesse meio e incentivar a divulgação e o debate de ideias inovadoras para a preservação dos recursos naturais", afirma Dania Pereira, gerente de marketing corporativo da Docol.

Com o novo projeto online, a Docol consolida sua presença na rede e reforça a vocação de agregadora de iniciativas ambientalmente responsáveis. "Os perfis em mídias sociais funcionarão como um catalisador de boas ideias, cujo mote, é a preservação ambiental", finaliza.


Mais links Docol online:

Twitter @planetadocol
Facebook
orkut
Com informações de Coworkers e Maxpress


Se os homens conservarem as águas,
as águas alimentarão as plantas
e as plantas libertarão as flores
e as flores deslumbrarão os olhos
e os olhos distinguirão as luzes
e as luzes iluminarão os caminhos
e os caminhos conduzirão os homens...
... SE OS HOMENS CONSERVAREM AS ÁGUAS!
(autor desconhecido)


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8 de junho de 2010

Conexão Mata Atlântica: "As ameaças ao Código Florestal e à legislação ambiental brasileira"

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Para participar é necessário se cadastrar:

www.conexaososma.org.br

Artigo - Educação Ambiental Já por Bere Adams @bereadams

Hoje, dia sem sol ou chuva - nublado -, garimpando na Internet alguns textos para refletir sobre as questões ambientais, encontrei um, de Frei Betto, entre outros que são unânimes em seu foco: não há como reverter o caos ambiental e social sem uma profunda e urgente reversão de atitudes de toda sociedade.

Sobre o texto de Frei Betto, publicado em 2008, intitulado "Do mundo virtual ao mundo espiritual", escolhi alguns trechos para comentar. Neste trecho que segue, ele apresenta o seguinte relato:

"Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'

O primeiro enfoque que destaco sobre essa comparação feita pelo frei, entre os monges orientais e os executivos ocidentais, é o da educação. Quem formou ambos os grupos foram processos de educação, porque as pessoas não nascem monges ou executivos, elas formam-se monges ou executivos, então, pode-se concluir que são os "modelos" educacionais que definem padrões sociais de se pensar, planejar e viver a vida.

Ele prossegue sua crônica narrando seu encontro rápido - em um elevador - com uma menina de 10 anos. Puxa uma conversa com ela fazendo-lhe algumas perguntas, e lamenta que as respostas da criança evidenciam uma infância atribulada, cheia de compromissos, e contra-indica o acúmulo de atividades desde tenra idade, alertando que é desta forma que "estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente "infantilizados", e concordo com ele.

Frei Betto aborda, também, sobre a frieza da virtualidade; o tipo de entretenimento oferecido pelo ambiente virtual; a imbecilização da televisão; e vai além, criticando o culto ao corpo e o aprisionamento/condicionamento no qual se encontram a sociedade do consumo. Salienta que para se manter a saúde existem três requisitos fundamentais: amizades, auto-estima, ausência de estresse. Aqui eu incluiria outros requisitos como simplicidade, moderação e fraternidade.

Em sua conclusão, traz a resposta dada por Sócrates, filósofo grego, quando vendedores o assediavam. O filósofo simplesmente respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!"

A felicidade é o principal alvo das propagandas. Elas nos ensinam que somente seremos felizes se tivermos determinados produtos, de determinadas marcas, e assim, estes produtos tornam-se imprescindíveis para nossa existência e para nossa auto-estima, e mesmo que tenhamos consciência de que ter tudo o que se quer - ou mais ainda - não é o suficiente para que sejamos felizes, lá vamos nós, para os grandes centros comerciais, comprar pedacinhos de felicidade.

É, fomos - e ainda somos - educados para vivermos "felizes para sempre". Um para sempre tão rápido quanto os produtos que compramos e descartamos como se o ambiente pudesse engolir e digerir satisfatoriamente nossos rejeitos.

Somos educados pela Era da Tecnologia para acompanhar os grandes avanços dos processos científicos, que trazem cada vez mais sofisticação aos programas e máquinas, que aceleram cada vez mais os processos de extração de recursos e produção de materiais para o consumo, mas que, na carona, aceleram o processo de desumanização.

É essa educação que nos faz andar na contra-mão do ambiente. É essa educação que nos faz viver em permanente contradição. É essa educação que diz que a felicidade está guardada em um pote de ouro, no final do arco-íris. É essa educação que nos tornou a principal ameaça de um paraíso que nos proporciona a vida.

E se essa educação conseguiu tamanha façanha, é provável - e tenho realmente esperança nisso - que somente por uma nova educação conseguiremos encontrar uma redireção para as nossas ações, que nos oriente a andar lado a lado com o ambiente e com a vida, mas não temos tempo a perder. Educação Ambiental Já!

Berenice Gehlen Adams - Coordenadora do Projeto Apoema - Educação Ambiental e Diretora da Editora Apoema Cultura Ambiental (Apoema Produções Paradidáticas Ltda.)
5 de junho de 2010

05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente

Desde
Estocolmo, em 1972
,
já temos muito o que comemorar.


Mas também muito a
refletir,
refazer
e
melhorar!


Os fatos falam por si.

Vamos em frente!
2 de junho de 2010

Exposição Natureza Viva - Gilberto Cortes - Volta Redonda, RJ

(clique para ampliar)
31 de maio de 2010

Volta Redonda/RJ: Ato pela Vida - 01/06/2010 - 15h


ATO EM DEFESA DA VIDA

"O Movimento Resgate da Paz junto com a Associação de Moradores do bairro Água Limpa, e outros segmentos sociais realizam ATO EM DEFESA DA VIDA. A defesa da vida humana, sua dignidade e o planeta definitivamente precisam de cuidados nas escolas, nas ruas e praças, nas instituições, nas políticas públicas. Estas, dentre outras situações nos levam à convidá-los para estarem conosco na praça, dia 01/06. O evento contará com presença de lideranças religiosas, comunitárias, ambientais e sindicais. Será um ato ecumênico.

Certos da presença animada, despeço-me.

Volta Redonda, 26 de maio de 2010.

Volta Redonda unida pela Vida! Vista esta camisa.

Pe. Juarez Carvalho Sampaio
Pároco da cidade de VR e Coordenador do Movimento Resgate da Paz"


Dia: 01/06
Horário:15h
Local: Praça Brasil, Vila Stª Cecilia, Volta Redonda, RJ

Contatos:
Dodora dodorastv@yahoo.com.br
Imaculada imaculadaavelino@uol.com.br

RJ: Convocatória para Reunião - A.R.I.E Floresta da Cicuta

(clique para ampliar)

Data: 16/06/2010

Horário: 14:00 horas

Local: SEST/SENAT BARRA MANSA

Endereço: Rua Severino Sareta, 05 – Barbará – Barra Mansa – RJ

Contato: rita.florestacicuta@gmail.com


27 de maio de 2010

ESTÃO JOGANDO LIXO NA NOSSA MATA! por Rita Souza

Enquanto o mundo inteiro se mobiliza pela preservação das florestas (qualquer uma – incluindo as virtuais), medidas eficientes para conter o aquecimento global, campanhas caríssimas incentivando o consumo consciente, ao mesmo tempo em que, contraditoriamente, incentivam a reciclagem do lixo gerado pelo próprio consumo; a utilização de energia limpa sem explicar o que é energia suja; o incentivo ao plantio de árvores, na África e na internet; a preservação dos recursos hídricos, etc., etc., etc., o Município de Volta Redonda, que tem apenas 02 (DUAS) Unidades de Conservação - A Floresta da Cicuta e o Parque Natural MUNICIPAL Santa Cecília do Ingá - literalmente joga lixo sobre os seus últimos remanescentes de mata atlântica, que ocupam apenas 18% deste município.

(clique na imagem para ampliar)


Como se não bastasse a vergonha escancarada do mal falado LIXÃO, encravado nas entranhas da Floresta da Cicuta, nos ínfimos 15% que pertencem a Volta Redonda, cujo chorume contamina diária e ininterruptamente há cerca de 35 anos o Rio Brandão, corpo hídrico que corta a Floresta da Cicuta e deságua no Rio Paraíba do Sul (aquele da transposição), agora o Parque Natural Municipal Santa Cecília do Ingá é a bola da vez, ou seja, a floresta da vez!

Somando-se as duas Unidades de Conservação, temos apenas 342 (trezentos e quarenta e dois) campos de futebol de mata atlântica protegida... Bem, pelo menos era o que se esperava. Êpa! Volta Redonda detém apenas 19,5 hectares da Floresta da Cicuta, portanto são apenas 230 (duzentos e trinta) campos de futebol de áreas protegidas nas terras voltarredondenses.

Uma pergunta que não quer calar: não tem um lugarzinho melhor para instalar um CTR por aqui? Qualquer área degradada, abandonada, erodida, inservível, sem nascentes, rios e fragmentos de mata nativa serve.

Enfeitar a cidade com árvores caras, de expressivo valor paisagístico, flores ornamentais e algumas poucas espécies nativas é uma coisa. É valido. A cidade está linda! Parabéns! Criar áreas protegidas ou simplesmente proteger o que se tem para as próximas gerações é outra coisa...

Não confundam: jogar lixo na mata e jogar a mata no lixo... É a mesma coisa!

ESTÃO JOGANDO A NOSSA MATA NO LIXO!


27 de maio – Dia Nacional da Mata Atlântica

Rita Souza – Ambientalista

souza_rita@yahoo.com.br


26 de maio de 2010

Volta Redonda/RJ: Reunião de Apresentação dos Projetos das Ciclovias

Acontece nesta sexta-feira, 28/05, às 9h, na PMVR - 2° andar, Reunião de Apresentação do Projeto das Ciclovias 1 - 2 - 3 - 4 - 5, cuja licitação já se encontra em andamento.

Mais detalhes no cartaz abaixo enviado por FABIANO_66 no Twitter.

(clique na imagem para ampliar)

Contatos:
clubebikeadventure@hotmail.com
fabianopfigueira@ig.com.br

Horta Ornamental com Garrafas Pet por @mauj77

Vejam que idéia simples e perfeita!


Quem tem pouco espaço, aproveita os verticais, planta sua horta pra saladinha do dia a dia e, usando garrafas pet, colabora com o ambiente.


A foto foi só uma amostra.
Saiba mais neste post do blog Lost in Japan, do Alexandre Mauj.



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Volta Redonda, RJ: 27/05 - MEP lança 10ª Sondagem Ambiental


MEP-VR lança a 10ª Sondagem Ambiental

Antecipando a semana ambiental do mês de junho, dedicada às reflexões sobre o meio ambiente, o MEP (Movimento Ética na Política) lança, amanhã, dia 27/05, a 10ª edição da Sondagem Popular especifica para questões ambientais. A Comissão Ambiental do Movimento estará a partir das 10h da manhã, na Praça Brasil - Vila Santa Cecília, com uma banca cívica entrevistando os transeuntes. O questionário contem oito perguntas relativas aos aspectos socioambientais da cidade e também será aplicado em escolas, universidades e outros pontos da cidade. O movimento pretende ouvir cerca de 700 pessoas entre os dias 27/05 e 02/06.

Contatos:
José Maria - Zezinho
Secretário

e-mail: mepvoltaredonda@yahoo.com.br
telefones: (24) 33402801 - 9261 3921



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25 de maio de 2010

Visconde de Mauá/RJ: I Semana da APA da Mantiqueira - 01 a 07/06/2010

Enviado por e-mail por
Márcia Patrocínio
marciapatrociniosilveira@ig.com.br


O Conselho Gestor da Microbacia do Alto Rio Preto, o Centro Cultural Visconde de Mauá e o Mosaico Mantiqueira convidam todos vocês para o coquetel de abertura da



I Semana da APA da Mantiqueira
Arte e Educação Ambiental
Homenagem aos 25 anos de criação da APA Federal
da Serra da Mantiqueira



Na abertura teremos música com Vimal Keerti, o Bingo das Artes (cartelas vendidas a R$ 10,00 – participe!), lançamento do livro “Ervas que a Vovó Ensinava”, do Pe. Jorge Rodrigues e Maria das Graças e, como cenário, as obras do V Salão do Pinhão (últimos dias para apreciação e votação).

Dia 01 de junho, terça feira, às 19h, no Centro Cultural Visconde de Mauá.


Teremos uma programação especial de 01 a 07 de junho.

Solicite por e-mail: marciapatrociniosilveira@ig.com.br


Painel expositor I: “Unidades de Conservação e Turismo”, elaborado por Domitila Bercht

Painel expositor comunitário: “Região de Visconde de Mauá e APA da Mantiqueira


Atividades paralelas:
  1. Concurso de redação “O que a gente tem a ver com o meio ambiente” no Colégio Estadual Antônio Quirino
  2. Apresentação da Agenda 21 na localidade de Campo Alegre, promovida pela Associação dos Pequenos Produtores e Artesãos da Região de Visconde de Mauá
  3. Oficina de educação ambiental do Projeto de Valorização da Araucária na Serra da Mantiqueira, pelo Instituto Walden

    Parcerias:
    Conselho Gestor da Microbacia do Alto Rio Preto
    Centro Cultural Visconde de Mauá
    Mosaico Mantiqueira

16 de maio de 2010

Barra Mansa/RJ: Reunião com Comando do Batalhão Florestal

Convite / Release

O meio ambiente na região Fluminense do Médio Paraíba ganha reforço pela preservação

O Batalhão Florestal e as ONGs Socioambientalistas fortalecem a defesa do meio ambiente na Região Fluminense do Médio Paraíba ao estabelecerem uma linha direta para denúncias na região.

A OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna, a REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental e a Educa Mata Atlantica, estão convidando as ONGs que atuam no campo socioambiental na região do Médio Paraíba Fluminense para uma reunião dia 22 de maio, em Barra Mansa (RJ), com o Batalhão Florestal do Estado do Rio de Janeiro para fortalecer o canal de comunicação para a formalização e o acompanhamento das denúncias ambientais na região.

"O nosso convite é extensivo a todas as organizações, públicas e privadas, e também aos cidadãos e cidadãs que lutam e reivindicam um meio ambiente preservado em nossa região!" - enfatiza Eduardo Wernech - OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna.

O CEA - Centro de Estudos Ambientais e a REBIA, em parceria com a ONG - Educa Mata Atlântica, iniciou a preparação para que o local se transforme em RPPN, além de instalar viveiro para produção de mudas nativas, faz parte do projeto também em parceria com o UBM - Centro Universitário de Barra Mansa, onde diversos estudantes do Curso de Biologia vem desenvolvendo o trabalho de mapeamento de Fauna e Flora do local.

O comandante, Tenente-coronel Mário Márcio Pereira FERNANDES, estará presente ao encontro onde apresentará os objetivos da Organização e o que já tem feito na defesa ambiental na Região do Médio Paraíba, e também mostrará às ONGs os recursos e pessoal disponível para o enfrentamento das denúncias ambientais que espera passar a receber de parte das ONGs que atuam na região. “Já tivemos uma reunião com as ONGs que atuam no estado do Rio de Janeiro na defesa dos animais, e agora, nos reuniremos com as ONGs ambientalistas que atuam na Região do Médio Paraíba. Nossa próxima reunião, depois desta, será com as ONGs ambientalistas que atuam na região do Norte-Noroeste Fluminense. É a nossa forma de dizer aos ambientalistas que reconhecemos a importância do trabalho que realizam, e que temos consciência de que estamos numa guerra sem quartel, onde de um lado se alinham os que defendem o meio ambiente e, do outro, os que querem destruí-lo. O Batalhão Florestal tem agido sempre em função das leis e no cumprimento do seu dever e continuaremos assim, tendo o nosso trabalho reconhecido pela sociedade fluminense, o que muito nos orgulha!”, declarou o Comandante.

"Em vez dos ambientalistas terem de fazer praticamente sozinhos o enfrentamento contra desmatadores, caçadores, empresas poluidoras, e outros agressores do meio ambiente, correndo risco de morte, como acabou ocorrendo com o ambientalista Dr. Álvaro, da ONG Serena, assassinado por causa de sua defesa intransigente dos manguezais em Angra dos Reis, contamos cada vez mais com a ajuda forte do Batalhão Florestal, que justiça seja feita, sempre esteve do lado dos ambientalistas, e agora estará ainda mais", disse Vilmar S. D. Berna, fundador da REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental e ganhador do Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente.

Data: 22 de maio de 2010
Hora: 10:00hs
Local: CEA – Centro de Estudos Ambientais – Júlio Branco - Estrada Barra Mansa x Bananal , 1913 – Bairro KM 4 – Barra Mansa – RJ

É favor confirmar presença e enviar um mini-currículo da ONGs e sua atuação na região:
(24) 3323-4861 – 8814-3066 ou por E-Mail
eduardo.wernech@piratingauna.org
.


Referências para chegar ao local:

a) Quem vem na Via Dutra sentido Rio de Janeiro, sai no viaduto do B.Cotiara/Bananal, seguir pela Rua José Hipólito - bairro Cotiara sentido Bananal.

b) Quem vem na Via Dutra sentido São Paulo, sai no viaduto da B.Cotiara/Bananal, seguir pela Rua José Hipólito - bairro Cotiara sentido Bananal.

c) Quem vem pelo centro de Barra Mansa, seguir pela Rua José Hipólito - bairro Cotiara sentido Bananal.

d) Quem vem de ônibus – ônibus da Viação Comercial – Km4 ou São Genaro (a entrada do CEA) fica ao lado do Colégio Municipal Júlio Branco.



Atenciosamente,


OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna
REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental – www.rebia.org.br
Educa Mata Atlântica – www.educamatatlantica.com.br

ATUALIZAÇÕES

28/05/2010


29/05/2010
Encontro de Ambientalistas em Barra Mansa

15 de maio de 2010

Artigo: Meio ambiente, meio ambientalistas! por Vilmar Berna

Vilmar Berna é escritor e jornalista, editor da Revista e do Portal do Meio Ambiente


O ambiente é 'meio' mas o ambientalismo não tem de ser pela metade! Defender o meio ambiente e excluir as pessoas é fazer as coisas pela metade, pois os seres humanos também fazem parte do meio, desculpem-me o obvio!

Criar uma unidade de conservação restritiva, por exemplo, onde vivem povos tradicionais, que dependem da extração de recursos da natureza para sobreviverem, é defender o meio ambiente pela metade, por que transformados em 'estorvo ecológico' da noite para o dia, por uma lei ambiental qualquer, estes povos não terão alternativa e irão para a clandestinidade ambiental para continuarem a sobreviver, e aí, de potenciais amigos do meio ambiente viram inimigos!

Para ter direitos preservados é fundamental também preservar o direito dos outros, desculpem-me, mais uma vez, o óbvio! Ao se produzirem leis ambientais a pretexto de preservar os direitos de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, é fundamental terem o cuidado de preservarem também o direito das pessoas que vivem na e da terra, como os povos tradicionais, pescadores, produtores agrícolas, proprietários rurais, etc.

Na pressa de dar uma resposta à sociedade ou produzir fatos para a mídia existem pessoas e organizações criando leis ambientais de papel, parques e reservas ambientais de papel! Acham suficiente acrescentar um artigo qualquer dizendo que os legítimos proprietários que assim se identificarem serão indenizados, como se desconhecessem a intrincada e complexa realidade agrária do pais, onde muito pouco dos atuais ocupantes de áreas preservadas ambientalmente conseguem comprovar a propriedade! Tentam passar uma falsa idéia de cuidadores ambientais, mas o que produzem, muitas das vezes, são direitos ambientais de mentirinha, feitos para ficar apenas no papel, que mais danos causam e causarão ao meio ambiente do que se tivessem ficado quietos, por que os atuais ocupantes das terras, ameaçados em seus direitos de propriedade, não terão o mesmo ânimo de seguirem protegendo-as de invasões, queimadas, caça, e outras agressões!

Mas, aí, talvez, esses meio-ambientalistas não apareceriam na mídia, e então, como iriam assegurar visibilidade para os seus eleitores, ou patrocinadores?! Como gigolos ambientais, prosperam na desgraça do meio ambiente! Quanto mais degradado, desmatado, poluído, melhor!

E o meio ambiente segue assim, pela metade, mas, até quando? Um dia a sociedade irá se cansar dessa hipocrisia ambiental onde alguns fazem de conta que cuidam bem do meio ambiente, com meias leis e medidas de papel para 'inglês ver', e todos fingem que acreditam!
7 de março de 2010

Mulher na Sociedade Sustentável

Por Amyra El Khalili*

Fonte da Imagem: Blog SOS Rios do Brasil













No dia 08 de Março comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”. Neste mesmo mês, no “dia 22 de Março”, comemoramos o “Dia Internacional das Águas”.

O “Dia 08 de Março” é uma data significativa que diferentemente do dia dos namorados, ao invés de presenteá-las com flores, CD Roms, chocolates e cartões de amor, pensamos o quanto as mulheres têm feito no mundo pela questão de gênero (equidade entre os sexos) e tantas outras questões.

Nesta data os movimentos feministas costumam registrar seus manifestos, proposições e reivindicações, pois os olhares da mídia e da sociedade estão atentos ao tema. Mais do que uma bandeira do movimento feminista, tem sido motivo de mobilizações em prol de um mundo que possa reconhecer o papel da mulher em todas as frentes econômico, políticas, sócio-educacional e ambientais.

Pensamos sempre na mulher como um ser que dá a vida a outros seres, e responsável por carregar no ventre essas vidas, bem como educar, lavar, passar e cozinhar, além é claro, de trabalhar fora de casa. Há as que trabalham dentro de casa também nesta dupla jornada, ainda convivem com os conflitos de identidade do parceiro, que muitas vezes não consegue acompanhar a evolução das mulheres empoderadas, seja como profissional remunerada alcançando cargos e salários, seja como uma mulher independente financeiramente, e que pode a qualquer momento livrar-se do paradigma de casamentos por dependências ou imposições sociais.

O que falamos aqui esta sacramentado em diversas teses, debates e artigos, mas o objetivo desta conferência não é repetir o que sabemos de cor, mas iniciar uma discussão para nos conhecermos melhor intimamente enquanto mulheres que somos numa perspectiva ambiental.

Hoje a questão ambiental superou o tabu nos mesmos enfrentamentos e conflitos que fora a questão de gênero. A questão étnica também não ficou atrás da questão religiosa, das questões de guerra e paz. Na realidade todas essas “questões” estão interligadas por que dizem respeito ao mundo em que vivemos e o mundo que queremos.

Não somos seres dissociados desta realidade, pois usamos água, consumimos energia, respiramos igualmente o mesmo ar que todos respiram e se uma bomba cair sobre nossas cabeças neste espaço em que nos encontramos agora, não escolherá se é negra, branca, amarela, índia, palestina ou judia. Muito menos nos selecionará por sexualidade, crença ou religião.

É claro que existem focos de conflitos direcionados, e que atingem pessoas e as discriminas por suas identidades, formação étnica e opção religiosa, mas o que atinge o outro me atinge, gerando impacto em minha vida. Sofremos com isso, e muitas vezes nem percebemos de onde vem todo esse sofrimento. Para aqueles que têm consciência, o impacto é direto. Para os outros inconscientes, o impacto indireto pode até causar danos muitos maiores.

Quando eu sei por que estou sofrendo, é muito mais fácil curar a ferida, mas quando não sei por que estou sofrendo, começo a procurar em mim a causa e efeito deste sofrimento e psicologicamente me desequilibro. E assim é o meio ambiente. O meio ambiente sente e responde a uma velocidade maior do que os seres humanos podem imaginar.

As mulheres têm tido um papel relevante nas questões ambientais, quando defendem o direito de água para todos. Que é na verdade a defesa do direito à vida. As mulheres têm se movimentado mais rápido que os homens nas questões sócio-humanitárias, nas mobilizações ambientais por que “sentem” na pele o que significa um meio ambiente doente. Sentem a falta de água, a falta de luz, a falta de um lar num local arejado e sem contaminações. Sentem a falta de uma brisa num dia de calor extremamente abafado, sentem na pele o sofrimento de um companheiro infectado por algum contaminante químico. Sentem a indiferença do poder público quando têm que sustentar o lar sozinhas e quando seus pares ou filhos ficam na cama por conta de uma enfermidade que os impede de trabalhar.

É neste aspecto que gostaríamos de analisar com as mulheres. O que isto significa em suas vidas e como se sentem. Será na interação de suas participações como agentes ativos em uma sociedade plural, que poderemos construir um mundo melhor fazendo com que seus sentimentos e vozes sejam ouvidas.

As mulheres estão revolucionando o mundo como educadoras ambientais, naturalmente que são, por sua formação biológica e sua capacidade de sentir. Porém é importante identificar que estes sentimentos não são exclusivo das mulheres, mas também e principalmente dos homens. Homens paridos, criados e educados por mulheres, que têm em suas essências a “feminística” , ou seja, a mística feminina que todos seres humanos possuem. Talvez seja este o nosso maior desafio: despertar essa mística dos Homens, e permitir que Eles a sintam, com tanta ou mais intensidade que a sentimos.

Portanto os homens são bem vindos em nosso Meio Ambiente para que possamos caminhar juntos, um ao lado do outro – com equidade e respeito às opções de cada um.

Caminhar um ao lado do outro em busca de um mundo melhor que compreenda e respeite o direito as diferenças e a riqueza da biodiversidade (diversidade de vida) em todos os níveis – de todos seres vivos!

O Meio Ambiente e as Águas de Março agradecem!

*Amyra El Khalili

Economista. Idealizadora e Fundadora do Projeto BECE (sigla em inglês) Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais, da Aliança RECOs Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras e do Movimento Mulheres pela P@Z! Professora de pós-graduação e MBA com a disciplina “Economia Socioambiental” em várias Universidades. Indicada para o “Prêmio 1000 Mulheres para o Nobel da Paz” e para o “Prêmio Bertha Lutz”. Autora do e-book "Commodities ambientais em missão de paz. - novo modelo econômico para América Latina e o Caribe. São Paulo, SP: Nova Consciência. 2009. 271 p.
http://lattes.cnpq.br/4833702809090692

email: editores_recos@tera.com.br