13 de outubro de 2009

RURALISTAS ECOFÓBICOS QUEREM REVOGAR O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

RURALISTAS ECOFÓBICOS QUEREM REVOGAR O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

Enquanto o mundo inteiro se mobiliza em prol da sustentabilidade ambiental e da proteção das nossas florestas (brasileiras) o Brasil consegue dar um grande passo para trás: a bancada ruralista no Congresso se mobiliza para detonar o que ainda resta dos ecossistemas brasileiros. A proposta do Novo Código Ambiental é descentralizar a política ambiental brasileira, com a criação de legislação regional, não mais nacional. O atual código, criado em 1965, necessita de nova revisão e atualização, aprimorando aquelas modificações realizadas em, 1972, 1973, 1986, 1989 e 2001, mas nem por isto deve ser jogado no lixo. As alterações propostas visam interesses particulares dos produtores rurais e de políticos a eles associados em prejuízo da defesa dos recursos naturais do país. Soberania zero! Suserania 10!

Nesta luta a representatividade dos ambientalistas é pequena, sopesando a combatividade. Dos 18 membros titulares da comissão, dez são da bancada ruralista.
Se você permitir o Código Florestal Brasileiro será revogado; as Leis de Política Nacional de Meio Ambiente, de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação serão cruelmente violentadas... Ou seja, será REVOGADO O FUTURO DO PAÍS E DAS PRÓXIMAS GERAÇÕES.


De
1999 a 2009 andamos 10 anos para trás.

Em 1999, a bancada ruralista do Congresso Nacional - representada pelo deputado federal Moacir Micheletto (PMDB-PR) e pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA) - tentou aprovar o projeto do deputado paranaense que permitia a ampliação legal do desmatamento e reduzia ou eliminava áreas responsáveis pela preservação e conservação dos recursos hídricos. As alterações propostas no projeto para alterar o Código Florestal Brasileiro beneficiariam, sobretudo, grandes proprietários rurais e se não fosse a grande mobilização nacional iniciada por ambientalistas “radicais” que culminou na Campanha SOS FLORESTAS cerca de 40% das nossas florestas teriam efetivamente virado fumaça (só 18 % viraram). Em 2009, o agrônomo e deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) consegue ser pior que o deputado Micheletto na sua gana para destruir. Em comum, além dos dois “tes” ambos não aceitam o poder de influência de ambientalistas, são “naturalmente” Eco fóbicos.

O Crime Ambiental no Brasil compensa

A atual articulação vergonhosa teve início em dezembro de 2008 quando proprietários rurais, que já haviam recebido multas e sanções por não cumprirem a lei, foram anistiados pelo Decreto Presidencial 6686/08 que concedeu mais um ano para que os produtores rurais assumissem o compromisso de preservar o percentual de 20% das suas florestas e se adaptassem às exigências do decreto 6514/08, que pune (ia) com rigor as infrações administrativas decorrentes dos crimes ambientais, ou seja, prorrogou o prazo até dezembro de 2009 para que fizessem a averbação em cartório de 20% da cobertura florestal das propriedades rurais, a chamada de Reserva Legal (RL) além de serem obrigados a preservar as margens dos rios, lagos, lagoas, açudes, nascentes, encostas e topos de morros chamados áreas de preservação permanente (APP). O Crime Ambiental no Brasil compensa tanto que a partir de 11 de dezembro deste ano provavelmente quem desmatou além do permitido poderá desmatar ainda mais. São 3 milhões de propriedades sujeitas a sanções legais por devastações irregulares e que serão beneficiadas.

A própria edição do Decreto 6514/08, exacerbando em muito a regulamentação da Lei 9.605/98, é sinal da vontade governamental em “deixar” para o Judiciário a hercúlea tarefa de dar eficácia aos dispositivos que emanou. Ninguém, em sã consciência, editaria um Decreto repleto de erros crassos de direito, sem a intenção de remeter o assunto para a esfera jurisdicional.

Pecuária extensiva e a abertura de novas áreas para a monocultura – como plantio de soja e algodão.

Agricultores, madeireiros e pecuaristas não aceitam que as suas atividades considerem os problemas ambientais que eles mesmos vêm causando no decorrer dos últimos séculos. Eles querem dividir o ônus ambiental com a sociedade consumidora, que já paga caro pelos produtos e vai pagar mais caro ainda pela falta de florestas. A bancada ruralista se mobilizou e formou lideranças que reúnem políticos de várias espécies. Infelizmente nenhuma delas está ameaçada de extinção como a biodiversidade brasileira.Infelizmente estão gordos, fortes e se reproduzem como nunca – eles realmente tem estratégia eficiente de sobrevivência. Juntaram-se a eles investidores, especuladores e grandes transnacionais que estão de olho nas novas áreas de “abate das nossas florestas”.

Exemplo de Caos Ambiental

Usando como modelo o estado de Santa Catarina, nossos bravos políticos tentam implantar no país inteiro a desgraça ambiental total. A Lei aprovada neste estado (SC) reduziu inconstitucionalmente e drasticamente as áreas de preservação permanente (APP´s) para aumentar as áreas destinadas à agricultura e pecuária. Também legalizou ocupações irregulares e patrocinou a favelização em encostas e topos de morros, as mesmas áreas afetadas pelas chuvas que castigam o estado desde o ano passado. Mesmo a nova lei literalmente indo por água abaixo e por interesses que ninguém entende, o Brasil está prestes a adotar este modelo que se preocupa em aumentar a produção a qualquer preço mesmo que este seja pago com VIDAS presentes e futuras.

O deputado Valdir Colatto (PMSB/SC), Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, propõe que a unidade de conservação da biodiversidade seja a bacia hidrográfica, e não a propriedade, como estabelecido atualmente. As exigências legais recairiam sobre o conjunto de cada Estado e não sobre cada fazenda ou produtor. Deste modo ele conseguirá desmatar mais 21% de florestas
em Santa Catarina já que o estado tem cerca de 41% de matas nativas. Não é demais lembrar que uma bacia hidrográfica é composta de inúmeras micro-bacias hidrográficas, que estão localizadas em propriedades rurais, não numa região hidrográfica.

O que os ruralistas querem além de não cumprir a lei?

  • Diminuir as áreas de preservação permanente (APP´s) substituindo o espaço destinado às florestas: nas margens dos rios, córregos, nascentes, lagos, lagoas (mata ciliar). Para quem não sabe a chamada “mata ciliar” é a preocupação central para o desenvolvimento rural sustentável. Da mesma forma que os cílios protegem os nossos olhos, as matas ciliares protegem a nossa água, o nosso solo e nossa fauna e garantem o abastecimento para as futuras gerações;

 Tornar as multas por crimes ambientais proporcionais ao tamanho da propriedade, independente da gravidade do crime cometido;

 Extinguir as penas de prisão por Crime Ambiental/descumprimento do Código Ambiental substituindo-as por compensação ambiental;

 Modificar e unificar as normas ambientais em vigor nas áreas rurais e urbanas do país ampliando os problemas hoje restritos aos produtores para empresários de todos os setores da economia e moradores de áreas urbanizadas;

 Tirar o poder do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), e transformá-lo em instância "consultiva e propositiva" de normas para um novo conselho superior a ser composto por ministros de Estado.

  • Fundo de compensações financeiras por serviços ambientais prestados pelos produtores rurais e na previsão de um fundo ambiental abastecido com dinheiro de multas e por contribuições obrigatórias de União, Estados e empreendedores, além de recursos derivados de eventuais créditos de carbono e de concessionários de serviços públicos.


I M P O R T A N T E

A sessão da Comissão Especial de Meio Ambiente - Código Florestal Brasileiro, que discutirá alterações no Código Florestal foi adiada para a próxima quarta-feira, dia 14 – Plenário 8. A Comissão Especial elegerá o presidente e os vice-presidentes. Divulguem e se manifestem enviando e-mails para os nossos governantes. Acompanhem a votação. Faça a sua parte pelo Brasil !!



VAMOS LUTAR PELO VERDE LOURO DA NOSSA BANDEIRA...

Maiores informações: http://www.frenteambientalista.org

Rita Souza - INSTITUTO EDUCA MATA ATLÂNTICA
educa.matatlantica@gmail.com

9 de outubro de 2009

Primeiro Comitê de Bacias Hidrográficas do Extremo Sul baiano




Para garantir que a sociedade participe das decisões referentes à gestão das águas no Extremo Sul baiano, o Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) está convidando a sociedade para participar de três audiências públicas que irão discutir a proposta de criação do Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Peruípe, Itanhém e Jucuruçu, o primeiro a ser instalado na região.

As audiências públicas serão realizadas nos dias 22 e 23 de outubro, nos municípios de Teixeira de Freitas, Alcobaça e Itamaraju. Técnicos do INGÁ farão a apresentação da proposta de criação do Comitê aos representantes da sociedade civil organizada, de usuários de água e do poder público municipal dos 21 municípios do Extremo Sul.

Será a oportunidade de garantir e ampliar a participação da sociedade nas decisões referentes à gestão das águas das bacias hidrográficas dos Rios Peruípe, Itanhém e Jucuruçu; além de permitir o diálogo e a troca de experiências com os atores sociais da região para a preservação destes rios, que juntos atravessam mais de 20 municípios baianos.

Segundo a coordenadora de Gestão Participativa do INGÁ, Milene Oberlaender, a realização das audiências vai além do cumprimento da determinação legal de submeter toda proposta de formação de Comitês de Bacias Hidrográficas à aprovação popular, conforme disposto na Resolução nº 52 do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh). Isto porque compete ao INGÁ fomentar e garantir o funcionamento dos Comitês, permitindo assim que a sociedade participe das decisões referentes à gestão dos recursos hídricos do Estado.

Depois de formado, o Comitê de Bacia vai reunir representantes do poder público municipal, dos usuários de água e da sociedade civil para discutir as principais questões que afetam esta bacia hidrográfica. São os representantes dos Comitês que discutem a realidade hídrica da região, a situação dos mananciais e seus problemas ambientais. Também têm a competência de definir prioridades na aplicação dos recursos para a revitalização da bacia.

“Uma vez constituído, o Comitê terá condições de discutir os principais desafios socioambientais que impactam a disponibilidade hídrica da região, como a existência de grandes monoculturas de eucalipto e cana-de-açúcar, além dos conflitos pelo uso da água em territórios indígenas. Como instância colegiada e democrática, o Comitê pode dar uma contribuição significativa para a introdução de novos modelos de produção econômica com sustentabilidade ambiental”, afirma a coordenadora.

A primeira audiência pública acontece em Teixeira de Freitas, às 19h do dia 22, no Campus X da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), localizado na Avenida Kaikan, bairro Kaikan. Às 9h do dia 23, a escuta popular prossegue na Câmara Municipal de Alcobaça (Rua Rua Brabosa, 159, Centro) e será concluída às 14h do mesmo dia na Câmara Municipal de Itamaraju (Praça da Independência, 52, Centro).

Conheça as bacias hidrográficas que farão parte do Comitê

A Bacia do Peruípe corta os Estados de Minas Gerais e Bahia e forma um sistema ímpar de drenagem fluvial, com um amplo delta entre a foz do Rio Caravelas e do Rio Peruípe, com cerca de 120 km².O Rio Peruípe é formado pela confluência dos Rios Peruípe Sul e Peruípe Norte, que se encontram na cidade de Nova Viçosa (BA), e por um significativo complexo de manguezais também se ligam ao Rio Caravelas. A foz do Peruípe está na Praia da Barra, no município baiano de Nova Viçosa (BA).

A Bacia do Itanhém é importante meio de escoamento da produção agrícola, além de ponto de apoio para pescaria em alto-mar. Além disso, o reflorestamento para indústrias de celulose e a pecuária são importantes para a economia local. A bacia está localizada nas regiões Sudeste e Nordeste, nos estados de Minas Gerais e na Bahia, sendo limitada pelas bacias dos rios Jequitinhonha e Jucuruçu, ao norte, Mucuri e Peruípe, a oeste e ao sul, e pelo Oceano Atlântico, ao leste.

A Bacia do Jucuruçu drena sete municípios nos estados de Minas Gerais e Bahia, sendo três mineiros (Palmópolis, Felisburgo e Rio do Prado) e quatro baianos (Vereda, Jucuruçu, Itamaraju e Prado), com uma população residente de cerca de 131 mil habitantes distribuída em quase 7.817 km². Hoje, a bacia faz parte do Corredor de Biodiversidade da Mata Atlântica, que tem o objetivo de preservar os fragmentos de floresta em prol das espécies e ecossistemas locais.


O que é um Comitê de Bacia?


O Comitê é a instância que discute todos os problemas que atingem os rios, as nascentes, lagoas, os poços, as águas que abastecem as casas, enfim, tudo que diz respeito às águas em uma bacia hidrográfica.


O que um Comitê faz?

  • Participa das decisões sobre o uso da água juntamente com o Estado;
  • Acompanha a elaboração, aprova e implementa o Plano de Bacia Hidrográfica (que dispõe sobre o que pode e o que não pode ser feito nos rios);
  • Media os conflitos pelo uso da água na Bacia;
  • Encaminha propostas ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh) como: criação de agências de bacias, sugestões de valores a serem cobrados pelos uso recursos hídricos da bacia e estabelecimento de mecanismo de cobrança.

8 de outubro de 2009

SP: Alto Tietê - Cabeceiras - Cobrança de água começa em 2011


O Diário

LÍVIA DE SÁ

Hoje [ontem], o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê - Cabeceiras aprovará o processo de implantação da cobrança pelo uso da água que é produzida na Região. Mas só em 1º de janeiro de 2011 é que os maiores consumidores do recurso hídrico de fato começarão a pagar pelo que utilizam. O cadastro inicial, oriundo de um cruzamento de dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) apontou 2,3 mil usuários com o perfil adequado. São eles: empresas de saneamento (água e esgoto), prestadoras de serviço (caminhão pipa), indústrias e espaços urbanos privados e públicos, como hotéis, condomínios e hospitais.

Os agricultores, que desde sempre demonstraram grande preocupação com o processo de cobrança, ficaram de fora deste primeiro levantamento. Mas nem por isso escaparão da contribuição a partir de 2011. Segundo cronograma do Comitê, no ano que vem começarão as negociações com o público da zona rural. Quem de fato ficará isento e, em caráter permanente, são pessoas que extraírem menos do que 5 metros cúbicos de água subterrânea, consumidores residenciais, especialmente aqueles que se incluem na faixa de tarifa social, produtores de energia elétrica e micro e pequenos produtores. "Basicamente, o impacto da cobrança não pode ser superior a 2% do produto do usuário", explicou ontem o coordenador do grupo de trabalho de cobrança da câmara técnica de planejamento e gestão do Comitê, Jorge Rocco, em reunião extraordinária do Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, que aconteceu em Poá.

Embora oficialmente os boletos só comecem a ser enviados em 2011, o órgão garante que já em 2010 estimulará os usuários identificados a darem início imediato aos pagamentos. "A proposta é que se faça uma deliberação específica, definindo uma regra de antecipação voluntária da cobrança pelo uso da água", acrescentou Rocco.

Os valores exigidos dos consumidores serão calculados mediante a soma do volume de água captada (superficial e subterrânea), do volume do recurso hídrico não devolvido e da carga poluente lançada no corpo d’água. Os três componentes darão origem à quantia total, que poderá ser dividida em até 12 parcelas mensais. O Comitê considerará o valor de R$ 0,01 por metro cúbico de água captada, R$ 0,02 por m³ de água consumida e R$ 0,10 por m³ de água lançada.

A cobrança será aplicada de forma progressiva, dentro de um planejamento de três anos. Do primeiro ao décimo segundo mês, o Comitê espera arrecadar R$ 30 milhões. Do 13º ao 24º mês, o valor deve subir para R$ 60 milhões e, do 25º mês em diante, para R$ 50 milhões. Segundo o artigo 3º da Lei 12183/05, durante 10 anos o órgão deve destinar no mínimo 50% destes recursos para a conservação, proteção e recuperação das áreas de mananciais existentes em sua região de atuação.

Os outros 50% serão divididos em ações prioritárias, tais como desenvolvimento da legislação e instrumentos de gestão, comunicação social e educação ambiental para uso racional e proteção dos recursos hídricos, monitoramento de quantidade e qualidade de água, sistema de outorga e cobrança, controle e fiscalização da água, sistema de informações da bacia, estudos estratégicos setoriais, serviços e obras de saneamento, proteção e conservação ambiental, e compensação aos municípios em Áreas de Proteção de Mananciais (APM). Todos estes itens estão previstos no Plano de Bacia, que foi consolidado no final de 2008.

Após a aprovação hoje, em plenária do Comitê, o processo de cobrança pelo uso de água deve passar, até dezembro deste ano, pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos. Caso esta etapa se concretize positivamente, o governador José Serra (PSDB) deverá baixar um decreto, regulamentando a iniciativa. A partir disso, o Comitê começará a constituir o cadastro definitivo dos grandes consumidores, ao mesmo tempo em que investirá em ampla campanha junto aos usuários e a sociedade. Antes de os pagamentos terem início, o consumidor será chamado via ato convocatório e terá 90 dias para conferir se os dados coletados, que servirão como base para emissão dos boletos, estão corretos.

Repeixamento no Rio Paraíba do Sul

Foto: Gabriel Borges

Barra do Piraí

A Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) promoveu na tarde de hoje (7) [ontem], em Barra do Piraí(RJ), a segunda ação de repovoamento para a recuperação da ictiofauna do Rio Paraíba do Sul, com o despejo de mais de 25 mil alevinos. Em parcerias com empresas privadas, a meta do Governo do Estado é repovoar o rio Paraíba com um milhão de peixes, dentre os próximos dois anos.

Juntamente com o Estado, a Light já doou cerca de 100 mil alevinos para serem lançados ao longo do rio. Na primeira ação, em Resende, foram soltos 25 mil alevinos de lambaris e piabanhas. A empresa vai lançar ainda mais 75 mil peixes no rio, 25 mil em Piraí, 25 mil em Itaocara e 25 mil na Ilha dos Pombos.
De acordo com os órgãos ambientais, o Paraíba deve demorar alguns anos para se recuperar do acidente causado pela empresa Servatis, há cerca de um ano, quando 8 mil litros do pesticida Endosulfan vazaram e provocaram a mortandade de 150 mil toneladas de peixe.

A secretária de Estado do Ambiente e presidente do Comitê da Bacia do Rio Paraíba (Ceivap), Marilene Ramos, esteve presente e ressaltou a importância dos projetos de recuperação.

- O Paraíba do Sul abastece 80% da população do Estado, não podíamos deixar o rio na situação em que ficou. Já é o segundo evento que estamos fazendo para amenizar a mortandade de peixes que presenciamos há um ano. Daqui a aproximadamente quatro anos, o rio já terá espécies que tinha antes - prevê Marilene.

Empresas monitoradas

Segundo as informações do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), todas as empresas e indústrias instaladas na região Sul Fluminense estão sendo monitoradas para prevenir que ocorram acidentes que possam agredir o meio ambiente. "Logo após o acidente da Servatis, montamos planos de ações emergenciais. Temos a responsabilidade de fiscalizar, afinal é deste rio que sai a água que quase todo o Rio de Janeiro bebe", destacou Luiz Firmino Martins Pereira, presidente do Inea.

O prefeito de Barra do Piraí, José Luiz Anchite (PP), reforçou que o município também irá fazer sua parte. "Todos nós somos culpados pela falta de preservação ambiental. Vamos intensificar na nossa cidade a fiscalização à pesca predatória. Todos aqueles que utilizarem materiais incorretos para a pesca e prejudicarem o meio ambiente serão severamente punidos", reforçou o prefeito.


SEA

Notícias do Rio Paraíba: CEIVAP/AGEVAP

7 de outubro de 2009

Barra Mansa, RJ: Encontro de Redes - Ser Social, Indivíduo Coletivo

Inscrições por e-mail.
Solicite a ficha pelo endereço beatrizneves@sescrio.org.br
ou faça o download clicando aqui: Ficha de Inscrição

Beatriz Esperança Neves Arouca Veloso
Gestora de Turismo Social - 24 3324-5966
Unidade Barra Mansa
SESC Rio
5 de outubro de 2009

Novela e Meio Ambiente

Paola Oliveira é Verônica em Cama de Gato
(
Fonte da Imagem)

Paola Oliveira quer ser mu­sa ambiental

Intérprete de Verônica, a vilã de "Cama de Gato", que estreia hoje, na Globo, Paola Oliveira quer aproveitar a história da novela para apoiar causas ambientais. O folhetim das seis se passa em uma fábrica de perfumes ecologicamente responsável. "Acho muito importante. Se quiserem farei até campanhas", disse. A atriz afirmou que não come mais carne vermelha nem branca.

Folha Online - Coluna Zapping, por Alberto Pereira Júnior

SP: Animais silvestres são atropelados perto de parque


TAI NALON
colaboração para a Folha de S.Paulo

Há quinze anos, macacos, preguiças e aves compunham a paisagem da então tranquila avenida Miguel Estéfano, na Água Funda (zona sul de SP). Hoje, a fileira de carros nos horários de pico e o tráfego intenso de caminhões na via aceleram seu desaparecimento.

Alice Cruz, 42, é moradora da região há 20 anos e resgatou, somente neste ano, dois macacos bugios de um atropelamento na avenida. A via cruza o parque estadual das Fontes do Ipiranga -que abriga o zoológico de São Paulo, o Jardim Botânico e representa mais de 10% da cobertura vegetal do município- e, segundo ela, "é perigosa e mal sinalizada".

"Há quinze anos, a avenida era só mais um caminho para as cidades do ABC. Agora caminhões fogem dos pedágios da [rodovia dos] Imigrantes por aqui", diz Vera Bononi, diretora do Instituto de Botânica.

O estresse ambiental causado pelo tráfego intenso pode alterar a rotina da reserva e causar danos ao sistema -danos esses sanados pelo veterinário do zoológico André Nicolai.

Ele, que eventualmente recebe aves e macacos acidentados, diz que os casos de atropelamento de macacos diminuíram por conta da instalação da "transbugio", uma espécie de ponte para travessia desses animais. Afastar os demais bichos do trânsito, dessa forma, seria um passo a mais.

Avenida-parque

Na Miguel Estéfano, o trânsito de crianças e de pacientes do hospital psiquiátrico da Água Funda, além dos constantes acidentes de carro, também são objeto de preocupação do conselho de defesa do parque, que, com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, propôs à prefeitura a transformação da via em uma avenida-parque.

A proposta prevê alargamento de calçadas, mudança no traçado da avenida e limitação do tráfego pesado. A vedete da ideia, porém, é a construção de um boulevard para unir parte do parque ao zoológico e ao Jardim Botânico.

Órgãos estaduais e municipais formaram um grupo de estudos para avaliar a proposta e divulgaram relatório favorável às obras. A principal condição para sua viabilidade, porém, é a aprovação de uma antiga solicitação de moradores da zona sul da cidade -a duplicação da avenida do Cursino.

"A duplicação é uma necessidade real. É bem possível que seja viabilizada, se não por reivindicação do parque, mas devido ao estrangulamento do trânsito da região", diz Fernanda Bandeira de Mello, assessora de projetos especiais da secretaria.

Estudos de impacto da medida estão sendo avaliados pela secretaria dos Transportes, mas, de acordo com a secretaria, o alargamento das calçadas e uma possível ciclovia já podem ser viabilizados no prazo de um ano.

4 de outubro de 2009

Instituto Rã-bugio e a Educação Ambiental

Crianças são fascinadas pelos animais da Mata Atlântica
Por Germano Woehl - Instituto Rã-Bugio

Com apoio da Elza, estudantes observam uma serpente jovem da Mata Atlântica dormindo tranquilamente com o corpo enrolado sobre as raízes de uma embaúba.

As atividades de educação ambiental nas trilhas interpretativas são fascinantes para as crianças. Tudo desperta muita curiosidade. Com certeza, a partir do momento que elas passam pelas trilhas começam a ter outra visão sobre o nosso Planeta, compreender melhor a natureza e a formar valores para aceitar que outros organismos tem direito a vida.

As crianças da foto são da Escola Municipal de Ensino Fundamental ALBANO KANZLER de Jaraguá do Sul (SC) e as ativdades fazem parte do projeto “Educação Ambiental para a sustentabilidade”, financiado pelo FEPEMA - Fundo Especial de Proteção ao Meio Ambiente de Santa Catarina.

Veja também:
E no orkut

3 de outubro de 2009

Blog Action Day - 15/10 - Vamos participar!


Blogueiros de todo o mundo são convidados a fazer um post sobre mudanças climáticas no dia 15 de outubro. A iniciativa faz parte do Blog Action Day, que está em sua terceira edição e busca colocar o tema da mudança climática em destaque a partir da mobilização da blogosfera internacional, e fazer pressão ante a Conferência Climática das Nações Unidas. Para participar, é só escrever um post sobre o assunto em um blog, que não precisa ser voltado unicamente para a temática ambiental.

Texto retirado do blog Por um mundo melhor.

Vídeo da Campanha


Ajude a promover a campanha também no Twitter, Facebook e com banners em seu site ou blog!

eco4planet: Sistema de buscas plantará árvores com número de pesquisas


O que é o eco4planet e por que usar?

O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.

Em agosto de 2009 foi anunciado oficialmente que o eco4planet plantará árvores de acordo com o número de pesquisas realizadas através dele, um passo importantíssimo para sua proposta ecológica - mais uma vez provamos que todos tem condições de colaborar com o meio ambiente e a sua participação divulgando o eco4planet é fundamental. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal e nos seguir via Twitter para ficar por dentro das datas e locais de plantio

O eco4planet economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google™ com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, teríamos com um buscador de fundo preto a economia anual de mais de 7 Milhões de Kilowatts-hora! Esse valor equivale à:

  • Mais de 63 milhões de televisores em cores desligados por 1 hora;
  • Mais de 77 milhões de geladeiras desligadas por 1 hora;
  • Mais de 175 milhões de lâmpadas desligadas por 1 hora;
  • Mais de 58 milhões de computadores desligados por 1 hora.

Economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletricidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais. Soma-se a isso o fato de que o eco4planet pode gerar menor cansaço visual ao visitante se comparado a uma página predominantemente branca.

Sendo assim não há dúvidas de que essa ação é extremamente válida uma vez que somados os usuários teremos um resultado realmente significativo de economia de energia, gastos, preservação da natureza, e ainda mais: acreditamos que olhar sempre para o eco4planet fará com que as pessoas se lembrem da necessidade contínua de economizar energia elétrica e proteger a Natureza!

Veja como divulgar o eco4planet.


Siga @eco4planet no Twitter!

E você ainda pode
inserir a busca em seu site ou blog!
2 de outubro de 2009

RJ: Gestão integrada de ecossistema na Ilha Grande

Diário do Vale

A Baía da Ilha Grande vai ganhar um projeto de gestão integrada de seu ecossistema. A iniciativa da Secretaria Estadual do Ambiente, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), será lançada na próxima terça-feira (6), às 10h, no Hotel Portogalo, em Angra dos Reis (RJ). As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

A secretária do Ambiente do Estado do RJ, Marilene Ramos, e o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino Martins Pereira, participam do evento.

Executado pelo Inea, com recursos do Governo do Estado e do Global Environment Facility (GEF), o Projeto de Gestão Integrada do Ecossistema da Baía da Ilha Grande pretende elaborar um modelo de conservação e de uso sustentável dos ecossistemas continentais, marítimos e insulares da baía, por meio de um processo de gestão participativa no litoral sul fluminense. Para isso, o instituto vai promover a integração de suas estratégias de conservação da biodiversidade às adotadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, pelas secretarias municipais de meio ambiente e pelos demais órgãos ambientais.

Outros pontos do programa, que restabelece a parceria da secretaria do Ambiente e do INEA com agências internacionais de cooperação no âmbito da gestão ambiental, são a identificação das principais ameaças à região e a implementação de ações preventivas e corretivas que revertam a perda da qualidade ambiental, além do envolvimento dos diversos segmentos sociais afetados nos esforços de conservação e recuperação ambiental.

O Projeto de Gestão Integrada está sendo desenvolvido em três etapas. Na primeira, concluída pelos extintos Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema), com o apoio do Instituto Bioatlântica (IBio), foram elaborados os diagnósticos sócio-ambientais.

Na segunda fase, iniciada em abril deste ano e com término previsto para setembro de 2010, serão elaborados estudos que resultarão no Termo de Referência do Plano de Gestão Integrada do Ecossistema da Baía da Ilha Grande. Para isso, serão realizadas dez oficinas de trabalho, envolvendo, em diferentes momentos, a comunidade local, os gestores e a equipe técnico-científica.

A última etapa consiste no desenvolvimento, ao longo de cinco anos, do plano propriamente dito. O investimento estimado é de US$ 9,5 milhões e os resultados integrarão um programa estratégico de longo prazo, com duração prevista de 25 anos.

Segundo especialistas, o ecossistema da Baía da Ilha Grande está sob fortes ameaças. Turismo e pesca predatórios, privatização de praias e tráfego intenso de embarcações são alguns dos problemas que provocam impactos e comprometem a biodiversidade, a geração de riquezas e, consequentemente, a qualidade de vida da população e a sustentabilidade da região.

1 de outubro de 2009

Indigenista Márcio Santilli é um dos heróis ambientais do ano

Brasileiro é um dos heróis ambientais do ano, diz "Time"

Márcio Santilli

Folha Online - Ambiente

O indigenista brasileiro Márcio Santilli, 53, foi escolhido pela revista americana "Time" um dos 38 "heróis do ambiente" do ano de 2009.

Ex-deputado constituinte, ex-presidente da Funai e coordenador do ISA (Instituto Socioambiental), Santilli foi um dos idealizadores da chamada redução compensada de emissões por desmatamento, o embrião do Fundo Amazônia.

"Santilli raciocinou que as nações que reduzirem sua taxa de desmatamento abaixo da média histórica poderiam receber compensação através de certificados de emissões comercializáveis no mercado de carbono.

A compensação viria após 2012, e só quando as reduções forem confirmadas por meio de imagens de satélite", afirma a revista.

Isso poderia ao mesmo tempo limitar a perda de florestas tropicais e garantir que os habitantes dessas regiões sejam compensados pelos países ricos por deixar a mata em pé.

Na mesma categoria do brasileiro, a de "líderes e visionários", foram contemplados o ministro do Ambiente da Noruega, Erik Solheim, e o secretário de Energia dos EUA, Steven Chu.

Os moradores de Vauban, subúrbio da cidade alemã de Freiburg, receberam o título na categoria "inovadores" por terem parado de usar carros.

Plantemos para o Planeta: Campanha 7 Bilhões de Árvores

TUDO SOBRE A CAMPANHA NO SITE UNEP.

Plantemos para o Planeta: Campanha 7 Bilhões de Árvores
Comprometa-se a Participar – Una-se à Campanha 7 Bilhões de Árvores!

Com a iniciativa Plantemos para o Planeta: Campanha 7 Bilhões de Árvores, pessoas, comunidades, empresas e indústrias, organizações de sociedade civil e governos são encorajados a plantar árvores e a exprimir seu apoio por meio da página web do PNUMA. O objetivo é plantar 7 bilhões de árvores.

A idéia da Campanha 7 Bilhões de Árvores foi criada pela Professora Wangari Maathai, Prêmio Nobel da Paz em 2004 e fundadora do Movimento Cinturão Verde do Quênia, que plantou mais de 30 milhões de árvores em 12 países africanos desde 1977. Quando um grupo empresarial dos Estados Unidos disse à Professora Maathai que estava planejando plantar um milhão de árvores, sua resposta foi: “isso é ótimo, mas o que nós realmente precisamos é plantar um bilhão de árvores”.

Um esforço de alcançe mundial


Ao reconhecer que há muitos iniciativas de plantio de árvores ao redor do mundo, a proposta do PNUMA é integrar esses esforços tanto em áreas rurais como urbanas. Pessoas e entidades – indivíduos, grupos infantis ou jovens, escolas, grupos comunitários, organizações não-governamentais, agricultores, organizações do setor privado, autoridades locais, governos nacionais – são encorajados a se comprometer por meio do preencimento do
formulário online Os compromissos podem ser desde uma até 10 milhões de árvores.

A pessoa ou entidade que fez o compromisso por meio do site passa a ser, a partir de então, o responsável pelo plantio da quantidade acordada. Todos que contribuírem receberão um certificado de participação. Eles serão encorajados a continuar atualizando as informações sobre o andamento do processo por meio da página da web, de maneira que o PNUMA possa verificar, em parceria com organizações como o Conselho de Manejo Florestal, se as árvores sobreviveram. O site registrará o andamento dos compromissos firmados, bem como publicará fotos e números relativos aos objetivos atingidos pelos membros da campanha.

A campanha encoraja o plantio de árvores nativas e que são apropriadas ao meio ambiente local. Instruções sobre o plantio de árvores estão disponíveis no site, assim como informações sobre reflorestamento e outros assuntos relacionados a árvores, incluindo links para organizações parceiras capacitadas e mais bem preparadas para dar assessoria de acordo com as condições locais, como o Centro Internacional para Investigação em Agrosivicultura (ICRAF, em inglês).

Acompanhe pelo site as Novidades da Campanha.

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Ceará: Pirambebas atacam banhistas e pescadores Lagoa do Catu

(Foto: Sérgio Leal)

Gabriela Meneses
gabrielasilva@opovo.com.br
Especial para
O POVO

O que era para ser uma diversão tranquila, transformou-se em preocupação. Há duas semanas, o gerente de projetos, Roberto Almeida, 32, e o irmão dele, o designer gráfico Ronaldo Almeida, 27, foram atacados por peixes carnívoros, na Lagoa do Catu, no município de Aquiraz, a 25 quilômetros da Capital.

"Senti umas beliscadas, mas pensei que era peixe comum. De repente, eu senti uma pancada mais forte e minha perna começou a arder", lembra. Ao sair da água, Roberto notou o corte de quase três centímetros.

Já o irmão dele, Ronaldo, apresentava um ferimento no tornozelo. "Ainda estou com a cicatriz. O meu não infeccionou, mas o do meu irmão infeccionou demais", conta Roberto. Assim como os irmãos, outros frequentadores da Lagoa do Catu também estão assustados com os constantes ataques das pirambebas, peixes carnívoros da família das piranhas.

De acordo com Mauri Barbosa de Freitas, proprietário de uma barraca no local há 14 anos, desde 2004, existem registros de ataques de pirambebas. E o número de ocorrências aumenta a cada ano.

"Eu tento dar meu jeito alertando aos clientes e pedindo que não comam dentro da água que é um atrativo à eles", comenta. O proprietário espera que alguma providência seja tomada o mais rápido possível, pois, segundo ele, muita gente vive da lagoa.

"Comerciantes, moradores e frequentadores querem que aqui seja um lugar seguro", destaca. Ele informa ainda que a Associação dos Moradores da Lagoa do Catu já procurou, inclusive, a Prefeitura de Aquiraz para tentar uma solução, mas não foram atendidos.

Conforme o secretário da Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente de Aquiraz, Paulo de Tarso Meyer, a administração do Município reconhece a proliferação de pirambebas na lagoa e já analisa medidas para solucionar o caso. "Só estamos há seis meses no cargo. Ainda estamos estudando o problema", esclarece. O secretário supõe que os peixes tenham sido colocados ali por pessoas que pretendem impedir a pesca no local. "É a principal hipótese", diz.


E-Mais

> A pirambeba é um pequeno peixe carnívoro da família das piranhas, que pesa entre 150 e 250 gramas. Por ser um animal pequeno, a mordida causa apenas cortes e pequenos ferimentos. Ela ataca, preferencialmente, as extremidades das mãos e pés.

> As pirambebas podem prejudicar também a pesca pois, além de se alimentar de filhotes de outras espécies, estragam as redes e as armadilhas dos pescadores.

Colaboração pelo Twitter:@agbpeixevivo