28 de janeiro de 2009

Irregularidades no lixão de Resende, RJ


No primeiro dia de vistoria das atividades potencialmente poluidoras do Rio Paraíba do Sul em cidades do Médio Paraíba, o presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assebléia Legislativa do Rio (Alerj), deputado André do PV, encontrou diversos problemas no aterro sanitário que funciona em Resende.

Maior da região, o lixão, que recebe 180 toneladas de dejetos por dia, opera de maneira irregular há 22 anos. Durante sua permanência no aterro, o parlamentar constatou que o lixão não tem licença de funcionamento, as famílias dos catadores não são cadastradas e há apenas dois anos o local começou a enterrar o lixo hospitalar, mesmo assim sem nenhuma manta para proteger o solo.

Nesta quarta-feira (28), o deputado vai percorrer outros pontos de Resende, Barra Mansa e Volta Redonda atrás de outras atividades que podem estar poluindo ou assoreando o Rio Paraíba do Sul. 

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1 comentários:

milton toshiba disse...

A gente reclama, mas no Brasil o problema do lixo, é muito mais evoluído que na Europa. Veja os italianos, que deram à máfia para administrar. Crianças chegam a morrer, quase que na hora, com o contato. Lixos hospitalares são jogados juntos.

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